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Dans cet essai nous nous demandons si et comment le lieu universitaire, l’identité et les sociabilités étudiantes favorisent l’engagement politique des jeunes dans le Brésil contemporain. Dans un premier temps, nous discutons les contributions récentes sur les processus de subjectivation politique des jeunes Brésiliens et sur les possibilités dont ils disposent pour produire un projet de transformation sociale et politique. Dans un second temps nous analysons les entretiens que nous avons menés avec des étudiants engagés dans des collectifs ayant coupé les ponts avec le mouvement étudiant conventionnel. 

A partir da problematização do conceito de socialização política, e tendo em vista as novas posições sociais das crianças como sujeitos de fala e de direitos, o objetivo deste artigo consistiu em discutir a emergência do político nas relações intergeracionais como espaços situados nas disputas geracionais decorrentes do crescente mal-estar contido nas relações de transmissão educacional. 

O presente artigo analisa as possibilidades de produção do comum na escola pelas crianças. A escola tem favorecido o desenvolvimento de individualidades centradas em objetivos de auto-realização pessoal e desempenho individual e competitivo. Para além destas identificações que promovem os interesses pessoais e a própria sobrevivência, a convivência com os outros na escola coloca desafios e demandas que possibilitam às crianças se mobilizarem na produção coletiva de sentidos e ações, espaços e territórios. Neste trabalho, a questão do recreio se torna o dispositivo pelo qual as crianças instituem pontos de vista singulares que refletem, ainda que de forma efêmera, pontual e transitória, seu lugar geracional distinto na escola. 

O presente trabalho analisa as falas, os afetos, os sons e os ruídos, como formas de expressão das crianças ao habitarem e participarem do espaço escolar. Interessou-nos examinar como estes contornos sonoros e afetivos complementares ao discurso associam-se a modos de ação de alunos e alunas no seu envolvimento com a escola e suas demandas. A pesquisa de campo em onze escolas públicas, abarcando mais de 400 alunos e alunas do Ensino Fundamental e Ensino Médio, foi realizada através de observação-participante e grupos de discussão.

This study analyses the specificities of youth identity construction in Brazil in the context of global transformations and the particularities of the Brazilian model of development. Poor urban Brazilian youngsters’ demands to consume, as a ‘mode of inclusion’ in society, achieve short-term gains that narrow down prospective visions of the self. A ‘logic of survival’ hypothesis is proposed to account for the process of identity construction whereby encapsulated and rigid, rather than hybridized and creative, identities are constituted.

Neste artigo, discutimos os sentidos que a liberdade adquire na cultura contemporânea do consumo, em que se oportuniza a vivência de escolhas renovadas frente à multiplicidade de objetos, bens e experiências. Discutimos que na articulação entre liberdade e consumo devemos ficar atentos aos modos como os indivíduos se apropriam das interpelações do mercado para exercerem suas escolhas de estilos de vida.

A instalação de um grande empreendimento de mineração transformou a dinâmica social e ambiental na região próxima à Conceição do Mato Dentro, interior de Minas Gerais. A proposta extrativista alterou profundamente as relações históricas entre sujeitos, comunidades e territórios. A partir de uma pesquisa de orientação etnográfica analisamos como os jovens se subjetivam frente aos deslocamentos provocados na região.

O artigo discute como a crise de autoridade hoje se apresenta de forma singular. Por um lado, lamenta-se a “autoridade perdida”, pois cria-se uma imagem da ordenação dos lugares da criança e do adulto como se fossem necessários e universais. Por outro, ressente-se da perda daquela autoridade porque não se conseguiu reconstruir as relações com a geração mais nova a partir de outra configuração de direitos e deveres de ambas as partes.

Neste artigo, toma-se a noção de subjetividade pública como conceito que permite mediar a análise dos processos de construção de si e do “fazer sociedade”. Em um primeiro momento, faz-se um percurso analítico que discute a emergência do sujeito público resultado dos processos de ordenação e racionalização, tanto da sociedade como dos modos de produção subjetiva que excluíram determinados sujeitos da construção do comum.

Transformações importantes, principalmente, a partir da segunda metade do século XX, modificaram nossos modos de convivência, fazendo com que nos interroguemos sobre qual participação social e política podemos e devemos ter para decidir as questões da vida coletiva. Neste trabalho, discutimos os impasses que se apresentam para os jovens frente à sua participação na vida social.