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Este trabalho é fruto da dissertação de mestrado intitulada Indiferença, o esquecimento do humano: um estudo sobre a importância dos ‘espaços de fala’ entre os jovens no contemporâneo, onde articulamos a questão da indiferença com a desestabilização em que se encontra o indivíduo contemporâneo, analisando seus efeitos na relação com o outro.

III JUBRA – Simpósio Internacional Sobre a Juventude Brasileira com o tema “Juventudes no Mundo Contemporâneo: Desafios e Perspectivas” foi realizado do dia 4 a 6 de junho de 2008, em Goiânia, Go, onde estiveram presentes docentes e pesquisadores brasileiros e estrangeiros, estudantes, profissionais e jovens.

Este artigo discute o cuidado na relação entre professoras, professores e estudantes, problematizando, a partir de autoras da teoria feminista, que a socialização de cidadãos conscientes de seus direitos e deveres deva ser a finalidade principal da educação. Nas relações de cuidado se evidenciam a interdependência e a mutualidade – afetiva e cognitiva –, aspectos esses que perpassam as relações entre educadores e alunos na escola. As condições atuais de desvalorização da carreira docente e sua burocratização têm conduzido a uma objetificação das relações na escola, resultando em vínculos baseados na tutela e na disciplinarização, em detrimento do cuidado.

Lucia Rabello de Castro
Crianças e jovens costumam ser personagens utilizados para provocar comoção sentimental que num determinado momento pode se disseminar, mas acaba não surtindo efeitos significativos para a transformação da realidade.

A instalação de um grande empreendimento de mineração transformou a dinâmica social e ambiental na região próxima à Conceição do Mato Dentro, interior de Minas Gerais. A proposta extrativista alterou profundamente as relações históricas entre sujeitos, comunidades e territórios. A partir de uma pesquisa de orientação etnográfica analisamos como os jovens se subjetivam frente aos deslocamentos provocados na região.

O presente artigo pretende pensar a concepção de destino em Freud como conceitoque implica necessariamente uma reflexão acerca da natureza humana, já que se refere à trajetória temporal dos sujeitos. Tal iniciativa, a nosso ver, enriquece uma discussão quanto ao lugar do outro na ação educativa, questionamento indispensável para que uma prática inclusiva seja possível.

Os vídeos exploram as dificuldades das crianças de ocupar a cidade contemporânea e suas visões sobre o que é ser habitante de uma cidade como o Rio de Janeiro.

O presente artigo consiste no relato e análise de uma experiência realizada no projeto de extensão da Universidade Federal do Rio de Janeiro intitulado Palavras de Pais, e visa refletir sobre as possíveis relações entre a teoria e a prática na formação de professores.

“Tornar-se”, como o contínuo processo de ser, demanda que os sujeitos humanos (re)-inventem permanentemente os sentidos de sua existência.

A iniciativa deste livro tem uma trajetória que remonta a 2006, quando o Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Intercâmbio sobre a Infância e a Adolescência Contemporâneas – NIPIAC/UFRJ organizou sua Jornada anual abordando esta temática.