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Nas sociedades democráticas modernas a igualdade é um valor que precisa ser verificado nas práticas sociais. É na atualização de modos de existência e sociabilidade mais justos que alcançamos concretizar o valor da igualdade, mesmo que persistam as disputas e os desacordos sobre as formas de verifica-lo.

A partir de quatro máximas consagradas pelo senso comum em relação à psicanálise, o artigo aborda a relação entre psicanálise educação.

Esta epígrafe nos sugere que no estudo das campanhas eleitorais podemos encontrar as razões que levam os eleitores a escolher ou rejeitar candidatos, tendo como referência o estado geral de uma sociedade, tal como as campanhas o interpretam e apresentam para o público eleitor. As campanhas dialogam com o eleitor com o objetivo de persuadi-lo a votar em determinado candidato e a rejeitar seus adversários. Nesse sentido, a explicação de um resultado eleitoral passa, necessariamente, pela análise do debate que as campanhas travam entre si.

Henrique Caetano Nardi *
No Brasil, a intensidade das formulações homofóbicas e heterossexistas presentes nas escolas é alarmante. Estudo recente1 da UNESCO, envolvendo estudantes brasileiros do ensino fundamental, seus pais e professores, aponta para um alto grau de rejeição à homossexualidade na comunidade escolar. As conclusões da pesquisa afirmam que um terço de pais de alunos e um quarto dos próprios alunos não gostariam que homossexuais fossem colegas de escola de seus filhos (essa taxa de rejeição chega a 60% em alguns estados).

O presente artigo trata a relação entre a adolescência e a educação no contexto social contemporâneo.

O presente trabalho parte de uma dupla problematização. Primeiro, do questionamento das formas convencionais da ação política juvenil que dificultam inquirir sobre novos espaços do político imbricados em uma política da vida cotidiana; segundo, questiona o enquadramento da escola como espaço pré-político avesso a qualquer atravessamento político.

O texto “Adolescentes na América Latina”, escrito por Carlos Welti, faz parte do livro intitulado “O Mundo do Jovem: Adolescência em Oito Regiões do Globo”. O livro é resultado de um trabalho realizado pelo Grupo de Estudo sobre a Adolescência no Séc. XXI2, e contou com a participação de pesquisadores internacionais, buscando estabelecer os possíveis cenários de vida dos adolescentes.

Damos destaque, nesta edição, ao dossiê sobre a “Infância na América Latina” organizado por três pesquisadores argentinos: Pablo de Grande, da Universidade San Salvador; Valeria Llobet, da Universidade de San Martin; e Carolina Remorini, da Universidade Nacional de La Plata.

O presente trabalho examina criticamente a atualidade da noção de socialização política, tendo em vista as questões que hoje se colocam sobre o distanciamento dos jovens em relação à política.

Realizada pelo NIPIAC, a palestra “O trabalho com grupos: uma discussão a partir da psicanálise” aconteceu no dia 14/05/2005, na UFRJ, às 14hs, com a Professora Dra. e Psicanalista Fátima Florido César.