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Dos belos e casuais encontros que a vida nos proporciona! Durante a organização do I Congresso de Estudos da Infância (I CEI), Paula Mendonça de Menezes nos procurou com a proposta de exibir o documentário que co-dirigiu – Wappa: um olhar sobre a infância indígena Yudja1 – para aquele público interessado na infância e nas crianças. 

Tendo como fundamentação teórica estudos e pesquisas das ciências humanas e sociais, e campo empírico, entrevistas com jovens de 13 a 27 anos de idade, os objetivos deste livro são analisar o “ficar” como um código de relacionamento que surgiu no início da década de 1980; definir e mapear os princípios, a prática, o território, os “ficantes”, e os usos que são feitos dele.

O presente trabalho analisa as falas, os afetos, os sons e os ruídos, como formas de expressão das crianças ao habitarem e participarem do espaço escolar. Interessou-nos examinar como estes contornos sonoros e afetivos complementares ao discurso associam-se a modos de ação de alunos e alunas no seu envolvimento com a escola e suas demandas. A pesquisa de campo em onze escolas públicas, abarcando mais de 400 alunos e alunas do Ensino Fundamental e Ensino Médio, foi realizada através de observação-participante e grupos de discussão.

O curso ocorreu em novembro de 2011 oferecido pelo Instituto de Psiquiatria e Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa para a Infância e Adolescência Contemporâneas.

O presente artigo é oriundo de uma pesquisa em psicanálise e educação realizada no ambulatório infantojuvenil do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPUB - UFRJ), por meio de uma parceria entre a Faculdade de Educação da UFRJ e a Faculdade de Educação da UFF.

O NAV – Núcleo de Atenção à Violência é uma organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP).

Este artigo discute o cuidado na relação entre professoras, professores e estudantes, problematizando, a partir de autoras da teoria feminista, que a socialização de cidadãos conscientes de seus direitos e deveres deva ser a finalidade principal da educação. Nas relações de cuidado se evidenciam a interdependência e a mutualidade – afetiva e cognitiva –, aspectos esses que perpassam as relações entre educadores e alunos na escola. As condições atuais de desvalorização da carreira docente e sua burocratização têm conduzido a uma objetificação das relações na escola, resultando em vínculos baseados na tutela e na disciplinarização, em detrimento do cuidado.

Este artigo aborda a possível tensão entre organização escolar e demandas da sociedade tecnológica: são formas diferentes de apresentação do mundo para as crianças, envolvendo processos afetivos e cognitivos diversos.

Buscando compreender como as crianças se apropriam dos espaços, identificando-se e agindo neles, foram realizadas oficinas com 35 crianças, de 5 a 10 anos, moradoras da Babilônia, uma favela do Rio de Janeiro. Diferentemente das crianças que possuem uma experiência mais restrita aos espaços privados, meninos e meninas dessa favela circulavam e brincavam fora de casa, com seus pares, em espaços comuns. Com isso, eles passavam a conhecer o lugar onde moram; os seus aspectos positivos, assim como os seus problemas.

Trata-se de uma obra voltada para a reflexão sobre a formação em ciência e tecnologia no Ensino Médio, dirigida para oferecer subsídios para a análise crítica de políticas públicas voltadas para os jovens e fortalecer iniciativas de pesquisa.