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A VII Jornada de Pesquisa e Intercâmbio do NIPIAC com o tema “Subjetivação e Educação: o futuro como proposta para crianças e jovens hoje” realizou-se no dia 29 de setembro de 2011, das 9:20 às 17:30hs, na Casa da Ciência, UFRJ, em Botafogo. Docentes e pesquisadores, e estudantes de pós-graduação e graduação compareceram ao evento.

Este trabalho é fruto da dissertação de mestrado intitulada Indiferença, o esquecimento do humano: um estudo sobre a importância dos ‘espaços de fala’ entre os jovens no contemporâneo, onde articulamos a questão da indiferença com a desestabilização em que se encontra o indivíduo contemporâneo, analisando seus efeitos na relação com o outro.

“Tornar-se”, como o contínuo processo de ser, demanda que os sujeitos humanos (re)-inventem permanentemente os sentidos de sua existência.

O “Seminário Juventude e Política: questões e desafios no mundo contemporâneo” aconteceu dia 15 de junho de 2007, das 9 às 18hs, no Auditório do CFCH, na UFRJ – Praia Vermelha, onde estiveram presentes docentes, pesquisadores, e estudantes da graduação e pós-graduação.

O artigo pretende discutir o impacto das mudanças nas relações sociais na docência através da análise do que vem a ser conhecer em Vigotski, Wallon e Freud, bem como discutir a necessidade de (re)construção do fazer docente na perspectiva das mudanças vigentes. 
da cultura.

Autora: Tatiana Campos Fernandes Palavras-chave:  infância pobre; institucionalização; medicalização; judicialização. Referência completa: Tatiana Campos Fernandes. Entre leis e diagnósticos: a assistência à infância em situação de acolhimento institucional. 2017. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Psicologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Orientadora: Lucia Rabello de Castro

"O importante é alimentar a curiosidade: Um ponto de partida para a divulgação da ciência junto a crianças e jovens" é uma entrevista de Lucia de Mello e Souza Lehmann com Neuza Rejane Wille Lima.

Os vídeos exploram as dificuldades das crianças de ocupar a cidade contemporânea e suas visões sobre o que é ser habitante de uma cidade como o Rio de Janeiro.

A dimensão estética ganha espaço no cotidiano. Paradoxalmente, a imagem corporal sempre foi motivo de desconfianças, no que diz respeito à construção do conhecimento humano.

As mudanças no laço social contemporâneo propõem uma grande oportunidade de repensar o lugar e os fundamentos da psicanálise. Com uma multiplicidade sintomática, os fenômenos relativos ao corpo se apresentam fomentando a ampliação das discussões sobre o tema do gozo, articulado ao discurso. Abordaremos aqui esta questão recorrendo a uma breve contextualização histórica dos modos de contemplação do corpo, até a atualidade, quando podemos perceber mudanças substanciais no gozo relativo ao corpo.