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A Jornada Comemorativa dos 10 Anos do NIPIAC com mesas-redondas sobre “Juventudes” e “Pesquisa-intervenção”, e Mostra dos Trabalhos do NIPIAC foi realizada no dia 16 de setembro de 2008, no Salão Moniz Aragão, no Fórum Ciência e Cultura da UFRJ – Praia Vermelha. Docentes e pesquisadores brasileiros e estrangeiros, e estudantes de pós-graduação e graduação estiveram presentes na Jornada.

Realizada pelo NIPIAC, a palestra “O trabalho com grupos: uma discussão a partir da psicanálise” aconteceu no dia 14/05/2005, na UFRJ, às 14hs, com a Professora Dra. e Psicanalista Fátima Florido César.

O artigo articula psicanálise e educação. Acompanha os inícios desse processo, com Freud, que resultaram na abertura de uma área de interesse, atualmente consolidada.

Paula Mancini C. M. Ribeiro *
Uma situação de violência doméstica é diferente do que nomeamos como violência urbana. Em uma situação de violência urbana, situação colocada no cenário público e na maioria das vezes pontual, o autor da violência é desconhecido. Trata-se de uma situação que pode ser mais facilmente identificada e circunscrita, e isso é diferente de uma situação de violência doméstica.

O encontro aqui transcrito discute a temática da diferença geracional no tocante às heranças, dívidas e apostas da sociedade e da educação brasileira em relação às futuras gerações.

Cet article a pour but d´étudier la situation des jeunes des classes populaires de Rio de Janeiro, au Brésil, qui vivent dans des contextes caractérisés par l´incertitude, le manque de garanties et la précarité sociale.

Este texto apresenta alguns dos resultados de uma pesquisa que buscou compreender a história da Escola Normal “Carlos Gomes” de Campinas (SP), pela via das memórias dos documentos publicados pela imprensa campineira acerca da importância da criação da primeira instituição pública para formar professores para as séries iniciais do ensino.

Tendo como fundamentação teórica estudos e pesquisas das ciências humanas e sociais, e campo empírico, entrevistas com jovens de 13 a 27 anos de idade, os objetivos deste livro são analisar o “ficar” como um código de relacionamento que surgiu no início da década de 1980; definir e mapear os princípios, a prática, o território, os “ficantes”, e os usos que são feitos dele.

O livro apresenta nove artigos inéditos de autores nacionais e internacionais que discutem a questão: qual o papel e a importância das crianças e jovens na construção da cultura contemporânea?

O artigo discute como a crise de autoridade hoje se apresenta de forma singular. Por um lado, lamenta-se a “autoridade perdida”, pois cria-se uma imagem da ordenação dos lugares da criança e do adulto como se fossem necessários e universais. Por outro, ressente-se da perda daquela autoridade porque não se conseguiu reconstruir as relações com a geração mais nova a partir de outra configuração de direitos e deveres de ambas as partes.