JA Wall - шаблон joomla Форекс

Frequentemente as injustiças se disfarçam na trama social, quando é mais difícil se dar conta de algumas situações injustas que clamam por mudanças na sociedade. O processo de “familialização” das crianças e jovens, termo usado para descrever a invisibilidade destes atores na dinâmica social a não ser pela ótica de seu pertencimento familiar, determina também a “familialização” das responsabilidades e de uma ética de cuidado em relação à população de crianças e jovens.

De um lado, o imaginário social fantasioso de que nada pode ser mais importante do que ser jovem; de outro, a condição real da juventude marcada por relações violentas e desumanizadas com os adultos.

Em uma sociedade que se quer democrática, a participação de todos e todas não é somente desejável como fundamental. No entanto, alguns segmentos sociais, como o das crianças, ainda se encontram alijados de seus direitos políticos.

A transição para a vida adulta tem, na atualidade, se configurado como objeto de interesse e investigação por parte de diferentes atores sociais, tendo em vista o panorama de dificuldades que jovens têm encontrado para sair da condição juvenil.

Autora: Marina Dantas Jardim Palavras-chave:  Infância. Ação. Estudos da infância. Psicologia do Desenvolvimento Referência completa: Marina Dantas Jardim. Infância e ação: entre o desenvolvimento do indivíduo e a participação no mundo comum. 2015. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Psicologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Orientadora: Lucia Rabello de Castro.

As crianças do/no campo não são uma presença frequente nas pesquisas sobre infância. Como resultado de uma convocação pública sobre o tema, a revista DESIDADES tem o prazer de trazer nesta edição o dossiê “Infâncias no/do campo na América Latina” organizado por quatro pesquisadoras, do Brasil e da Argentina.

Adolescência e errância apresenta um panorama da condição da adolescência no séc. XXI. Mais do que em qualquer outra época, o jovem de hoje participa das mudanças aceleradas pelas quais vem passando a sociedade.

A participação social e política dos jovens é analisada como categoria que emerge no âmbito dos processos individualizantes do capitalismo tardio e das condições de emergência do sujeito psicológico – autônomo, centrado – das sociedades modernas.

Nas sociedades democráticas modernas a igualdade é um valor que precisa ser verificado nas práticas sociais. É na atualização de modos de existência e sociabilidade mais justos que alcançamos concretizar o valor da igualdade, mesmo que persistam as disputas e os desacordos sobre as formas de verifica-lo.

As mudanças no laço social contemporâneo propõem uma grande oportunidade de repensar o lugar e os fundamentos da psicanálise. Com uma multiplicidade sintomática, os fenômenos relativos ao corpo se apresentam fomentando a ampliação das discussões sobre o tema do gozo, articulado ao discurso. Abordaremos aqui esta questão recorrendo a uma breve contextualização histórica dos modos de contemplação do corpo, até a atualidade, quando podemos perceber mudanças substanciais no gozo relativo ao corpo.