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Este trabalho discute o processo de subjetivação dos jovens e as novas formas de produção de conhecimento.

A participação política continua a ser muito frequentemente pensada a partir das análises de um espaço público desconectado dos lugares da vida cotidiana, como se existisse uma fronteira entre a vida de todos os dias e a democracia, como se o espaço público e a vida consistissem em duas esferas separadas e que só contassem aquelas ações que tivessem ressonância nas midias ou nas políticas institucionais.

Autor: Alexandre Barbara Soares Palavras-chave: Juventude, Política, Subjetivação, Resistência, Movimentos subculturais Referência completa: Soares, A. B. "Suportando o presente": cultura, resistência e a experiência de jovens nos movimentos subculturais no Rio de Janeiro. Tese de Doutorado, PPGP, Inst. de Psicologia, UFRJ, 2015. Orientação: Lucia Rabello de Castro

Joyce Lys Saback Nogueira de Sá *
Rosane Melo **

Estamos deslanchando o processo de discussão do Estatuto da REDEJUBRA neste momento. Uma minuta de estatuto, versão preliminar a ser modificada pelas contribuições e discussões locais e regionais, foi enviada para os coordenadores regionais indicados na Assembleia do VI JUBRA. Para acessar o cronograma do grupo de trabalho/comissão nacional, faça o download.

O artigo objetiva desvelar a presença da ideia do aborto como elemento no âmbito das reflexões dos jovens sobre uma gravidez na adolescência. Analisam-se dados de entrevistas semi-estruturadas com 123 jovens de 18 a 24 anos de ambos os sexos, moradores de Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador, Brasil, pertencentes a distintos estratos sociais.

Nesta 15ª edição muito nos leva à infância – à convivência das crianças no espaço escolar e às interrogações sobre a produção de sentidos que nele se estabelece. Ainda que distintos em suas abordagens, os textos confluem no sentido de trazer à vista a importância da expressividade do viver na mobilidade dos corpos e das ações em sua relação com o ambiente. Embora distante da temática escolar, mas ainda em consonância à importância do ‘estar vivo’, o segundo artigo é abordado a partir de uma falha ambiental inegociável: a desigualdade, refletida na desnutrição e pobreza da infância maia guatemalteca.

A gravidez na adolescência tem sido objeto de amplo debate, no Brasil e demais países latino-americanos. Pesquisadores e especialistas em políticas de saúde reprodutiva têm buscado compreender os condicionantes sociais que contribuem para a maternidade precoce. 

Autor: Marcia Araripe Mello Palavras-chave: JUVENTUDE, PREVENÇÃO, INICIAÇÃO AMOROSA E SEXUAL, DSTS E HIV/AIDS. Referência completa: MELLO, M. A. “Ninguém usa sempre. Ninguém”: estudo sobre os contextos relacionais que determinam o uso e o não uso do preservativo na iniciação amorosa e sexual de jovens universitários do Rio de Janeiro. Orientadora: Simone Ouvinha Peres. Rio de Janeiro: UFRJ/CFCH/IP/EICOS, 2012. Dissertação (Mestrado em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social).

Brito Andrade *
Chegar a uma conclusão quando o assunto é violência urbana pode ser fácil demais devido à carga de informações lançadas constantemente pela mídia. Porém, uma opinião mais reflexiva sobre o assunto não depende apenas do uso dessas informações, é necessário ter um olhar crítico e intenso a respeito. Desde que nasci moro no Complexo do Alemão, e hoje, com 20 anos de idade, acompanho a vida da comunidade em seus medos, angústias e também nos momentos felizes.