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This article analyses the contribution of the social sciences to the visibility of children’s issues in Brazilian society from the 1960s to the present day.

A partir da constatação de que na sociedade atual encontram-se borrados os limites que antigamente nos demarcavam com clareza, o artigo reflete sobre o conceito de fronteiriço e sua relação com o contemporâneo.

Neste artigo, buscamos analisar os sentidos de oportunidade que jovens pobres cariocas atribuem à escola e compreender se, para estes jovens, a escola e a escolarização possuem um valor no agora e/ ou no depois imaginado.

A sociedade brasileira encontra-se em um momento de estupefação diante da conjuntura social, política e econômica, vivenciando fatos tão inusitados quanto alarmantes. Em um mesmo ano o país viveu múltiplas crises intra e interinstitucionais, com a deposição, pelo Congresso Nacional, de uma presidenta eleita pelo voto popular e a concomitante ascensão do seu vice, que também foi o principal articulador do processo de deposição. Os direitos e conquistas sociais frutos de anos de luta tem sido colocados sob constante ameaça, seja pela própria classe política que se aproveita de um momento de desarticulação das forças progressistas, seja por setores conservadores da sociedade civil que vislumbram a possibilidade de jogar por terra conquistas importantes. 

Mudanças nas relações sociais nas últimas décadas tem gerado um impacto indisfarçável em todas as esferas da cultura. Fala-se em pós-modernidade (BAUMAN, 1998), queda das identificações patriarcais; perda do valor social atribuído à autoridade institucional e desautorização docente (ESTEVE, 1999; PEREIRA, 2012). Pretendemos discutir este impacto na docência, através da análise do que vem a ser conhecer em Vigotski, Wallon e Freud, bem como discutir a necessidade de (re)construção do fazer docente na perspectiva das mudanças vigentes. 

Neste artigo, discutimos os sentidos que a liberdade adquire na cultura contemporânea do consumo, em que se oportuniza a vivência de escolhas renovadas frente à multiplicidade de objetos, bens e experiências. Discutimos que na articulação entre liberdade e consumo devemos ficar atentos aos modos como os indivíduos se apropriam das interpelações do mercado para exercerem suas escolhas de estilos de vida.

Realizado pelo NIPIAC, a apresentação do filme “Ninguém Pode Saber” de Hirokazu Koreeda, seguida de debate, realizou-se no dia 28/05/2007, na UFRJ, às 9:30hs, no Instituto de Psicologia, sala 2.

Realizada pelo NIPIAC, a palestra “O trabalho com grupos: uma discussão a partir da psicanálise” aconteceu no dia 14/05/2005, na UFRJ, às 14hs, com a Professora Dra. e Psicanalista Fátima Florido César.

Este artigo é oriundo de uma pesquisa em psicanálise e educação, que aliou estudo de casos múltiplos e pesquisa-intervenção, realizada no Serviço de Psiquiatria da Infância e Adolescência do Instituto de Psiquiatria da UFRJ (SPIA/IPUB-UFRJ).