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Este trabalho discute a conjuntura de políticas científicas para a pós-graduação no contexto brasileiro, tendo em vista os modos de subjetivação que engendram para os pesquisadores/docentes nas universidades. Privatização, especialização e individualização parecem constituir três dimensões prevalentes dessas políticas, estabelecendo identificações e ações coletivas propensas a uma aceitação ao que está posto e a uma atitude de “reconciliação” com o sistema de desenvolvimento científico do país.

 Ao longo dos últimos anos, as políticas educacionais implementadas pelo governo federal têm priorizado a expansão do Ensino Superior e a reestruturação das universidades públicas.

A partir das transformações econômicas e sociais das últimas décadas, como a flexibilização e a precarização das condições de trabalho decorrentes da reestruturação produtiva, alteram-se os modos como os indivíduos planejam se futuro profissional. Este artigo apresenta uma discussão sobre juventude e sua relação com o mundo do trabalho, em especial sobre a construção do projeto profissional no contexto da modernidade tardia, marcada pela imprevisibilidade e individualização das trajetórias.

Dans cet essai nous nous demandons si et comment le lieu universitaire, l’identité et les sociabilités étudiantes favorisent l’engagement politique des jeunes dans le Brésil contemporain. Dans un premier temps, nous discutons les contributions récentes sur les processus de subjectivation politique des jeunes Brésiliens et sur les possibilités dont ils disposent pour produire un projet de transformation sociale et politique. Dans un second temps nous analysons les entretiens que nous avons menés avec des étudiants engagés dans des collectifs ayant coupé les ponts avec le mouvement étudiant conventionnel. 

Este artigo é oriundo de uma pesquisa em psicanálise e educação, que aliou estudo de casos múltiplos e pesquisa-intervenção, realizada no Serviço de Psiquiatria da Infância e Adolescência do Instituto de Psiquiatria da UFRJ (SPIA/IPUB-UFRJ). 

Autor: Lis Albuquerque Melo Palavras-chave: participação de crianças, movimentos sociais, pesquisa com crianças, participação em movimento Referência completa: Melo, L. A. Processos de subjetivação na vida coletiva e nas lutas: a participação das crianças em movimento. Tese de Doutorado, PPGP, Inst. de Psicologia, UFRJ, 2018. Orientação: Lucia Rabello de Castro

A noção ‘juventude’ invoca hoje um campo plural que compreende uma diversidade de definições e teorias sobre a especificidade do ser jovem. A própria definição de juventude proposta por organismos internacionais, como a UNESCO, tem sofrido revisões, o que mostra, no mínimo, a elasticidade e a efemeridade dos critérios que se julgam relevantes para delimitar este campo de estudos. Por outro lado, os movimentos juvenis nos espaços públicos, antes circunscritos às lutas estudantis, principalmente de universitários, hoje, se diversificam em torno de demandas e reivindicações culturais, de gênero, etnia e outras tantas, rearticulando a agenda de lutas da categoria ‘juventude’ frente à sociedade, e alavancando a organização de grupos e associações juvenis (Balardini, 2000).

Autor: Karima Oliva Bello Palavras-chave: atualização do modelo econômico cubano, juventudes,
desvantagens socioeconômicas, dinâmicas com potencial de vulnerabilização, modos de subjetivação Referência completa: Bello, S. D. O. Vulnerabilização e trajetórias de jovens em desvantagem socioeconômica: um estudo do impacto das transformações da sociedade cubana atual. Tese de Doutorado, PPGP, Inst. de Psicologia, UFRJ, 2017. Orientação: Lucia Rabello de Castro

Autor: Amana Rocha Mattos Palavras-chave: Juventude; Liberdade; Liberalismo; Psicologia do Desenvolvimento; Política Referência completa: Mattos, Amana Rocha Liberdade, um problema do nosso tempo: os sentidos da liberdade para os jovens no contemporâneo / Amana Rocha Mattos. Rio de Janeiro, 2011. 196 f. Tese (doutorado) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, 2011. Orientador: Prof. Dr. Lucia Rabello de Castro.

Com o objetivo de refletir sobre o resultado das eleições presidenciais de 2014 e sobre as vontades políticas dos eleitores.